quarta-feira, 16 de maio de 2012

Casildo Maldaner quer que microcervejarias e vinícolas sejam incluídas no Supersimples


O senador Casildo Maldaner (PMDB-SC) anunciou em Plenário, nesta quinta-feira (3), a apresentação de projeto de lei que propõe a inclusão de microcervejarias e vinícolas no Simples Nacional.

Também conhecido como Supersimples, o Simples Nacional é o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que foi criado pela Lei Complementar 123/2006.

De acordo com Maldaner, microcervejarias e vinícolas — mesmo tendo grande importância para as economias de suas regiões e trazendo uma série de benefícios agregados, entre eles o incremento do turismo — não possuem o mesmo direito que têm micro e pequenas empresas de outros setores, com receita anual bruta inferior a R$ 3,6 milhões, de serem enquadradas no Supersimples e serem beneficiadas com significativa simplificação burocrática e diminuição da carga tributária.

- Não tenho receio em afirmar que a maior parte desses empreendedores se enquadraria, por seu faturamento, no Simples Nacional. No entanto, as cervejarias pequenas, praticamente artesanais, enfrentam a mesma tributação que gigantes multinacionais do setor, com faturamento de bilhões de reais – disse.

Casildo Maldaner, esclareceu ainda que não é objetivo de seu projeto incentivar a elevação do consumo de álcool. Nesse sentido, ele se mostrou favorável mesmo a que o governo implemente políticas restritivas, inclusive sob a forma de desestímulo fiscal. Em sua avaliação, não são os micro produtores de cerveja e vinho, que desenvolvem sua produção de forma absolutamente artesanal, os responsáveis pelas mazelas associadas ao alcoolismo.

Fonte: Agência Senado

As 15 piores capas de discos de todos os tempos

Admirem algumas das 15 piores capas de discos escolhidas pela coluna GQ da Globo.com:


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cerveja deixa homens mais inteligentes, diz pesquisa

Após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios

Fonte: Exame.com, por Diogo Max

São Paulo – Já dizia o cantor pernambucano Chico Science. “Uma cerveja antes do almoço é muito bom para ficar pensando melhor”. Uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois, em Chicago, parece comprovar uma parte do verso da música citada acima. Independente da hora do dia, homens que bebem cerveja ficam mais inteligentes.

Os pesquisadores descobriram que, após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios, segundo o NY Daily News.

Os pesquisadores selecionaram um grupo de 40 homens, aos quais foram dadas três palavras. A eles foi delegada a missão de encontrar uma quarta, que fizesse correspondência com as outras três. Por exemplo, a palavra “Queijo” poderia combinar com “Cottage”, “Roquefort” ou “Suíço”.

Eles foram separados em dois grupos iguais. Uma metade bebeu duas tulipas de cerveja (quantidade considerada moderada) e a outra ficou sem nada. O grupo que ingeriu cerveja resolveu 40% mais jogos. Eles também levaram 12 segundos para resolver cada problema, enquanto o grupo que não bebeu gastou 2,5 segundos a mais.

A pesquisa lança uma luz para tentar explicar por que escritores com problema de alcoolismo, como Ernest Hemingway e Charles Bukowski, produziram obras artísticas de grande valor criativo.

terça-feira, 24 de abril de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Serra do Caraça Bier Fest receberá mestres cervejeiros em Catas Altas

Catas Altas

O Cervejeiro Marco Falcone, sócio da Cervejaria Falke Bier, Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie de Munique e Senac/SP, Diretor do Sindbebidas/Fiemg, Presidente do Conselho da Acerva / MG e membro do NEC - Núcleo de Estudos da Cerveja estará participando com a Falke Bier no Serra do Caraça Bier Fest.

O evento que tem seu ponto culminante no sábado, 21, além das melhores cervejas artesanais, terá o fino do Blue e do Jazz e ainda as delícias da culinária catasaltense.

Marco fala com prazer do assunto. Segundo ele a evolução da cultura cervejeira no Brasil é uma realidade em progressão. "As cervejas especiais têm despontado na preferência dos consumidores mais exigentes, ocupando um espaço no imaginário dos que anseiam por prazeres sensoriais e gastronômicos", comenta.

Restaurantes sofisticados, bares diferenciados, encontros temáticos onde degustações e harmonizações dirigidas surpreendem e encantam a todos pela sofisticação e prazer - motivos para deliciar das boas cervejas artesanais.

É a cerveja reassumindo sua importância no cenário da civilização humana, invadindo o Brasil, depois da alta valorização na Europa, com o "craft beer renaissance" (o renascimento da cerveja artesanal), e nos Estados Unidos, com o "the microbrewery revolution" (a revolução das micro cervejarias).

Vários personagens despontam no momento em que os produtores de matérias primas, microcervejarias e finalmente as casas de cultura cervejeira, entregam ao consumidor o produto de toda esta cadeia produtiva.

As grandes cidades, inicialmente tem sido o arauto desta expansão, mas a possibilidade de atingir novas fronteiras estão viabilizando a chegada desta cultura a nossos destinos turísticos.

"Vemos o Serra do Caraça Bier Fest, em Catas Altas como um exemplo da expansão da cultura cervejeira e consequentemente das cervejas especiais. Cervejas de alta qualidade sendo degustadas e harmonizadas em ambiente de alta gastronomia, em um dos mais belos locais do planeta", concluiu o mestre cervejeiro.

O evento, dia 21, tem início às 10:30 horas e acontece na praça Monsenhor Mendes e onde em uma grande tenda estará sendo comercializado os especiais chopp´s das cervejarias Backer, Falke e Krug bier.

Os restaurantes La Violla, Histórias Taberna e Draper irão comercializar cervejas especiais de Minas Gerais com saborosos petiscos e pratos elaborados especialmente para o evento a partir das 11:00 da manhã.

A cobertura do evento ficará por conta do Bom Dia - O Diário do Médio Piracicaba e site Cidademais.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Programa Trilhas e Sabores da Rede Minas

Mais uma vez, o Trilhas do Sabor apresenta o universo cervejeiro, que vai muito além daquele explorado pelos comerciais. A cerveja pode (em certos casos deve) ser tomada em temperatura ambiente e por vezes tem sabores sutis de mel, gengibre, café e até frutas amazônicas.
Neste programa, Rusty Marcellini visitou três cervejarias artesanais de Belo Horizonte e uma loja de conveniência onde são vendidas cervejas do mundo inteiro.



sábado, 14 de abril de 2012

Hurricane, a cerveja de inverno da Vinil!

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Brassando a Imperial IPA: turbilhão de maltes e lúpulos a 7,8% de álcool.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Consumidor refinado é público-alvo de cervejarias artesanais


Fonte: Site Terra em 11/04/2012
Foto: Divulgação
A Amazon Beer, cervejaria artesanal de Belém (PA), produz seis estilos de cervejas


O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de cerveja, com 10,3 bilhões de litros por ano e consumo per capita de 57 litros - o que dá meio copo por dia por pessoa. Em um mercado dominado pelas grandes marcas, as microcervejarias também têm encontrado seu lugar para crescer. As mais de 200 plantas de pequenos fabricantes já representam 4,5% do setor. E, dentro delas, um nicho chama atenção: o de cervejarias artesanais. "Elas representam apenas 1% de todo o mercado cervejeiro nacional. Há muito espaço ainda para crescer", afirma José Gitlzler, diretor executivo da Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM).

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), o País só perde em volume de consumo para a China (35 bilhões de litros por ano), os Estados Unidos (23,6 bilhões de litros por ano) e a Alemanha (10,7 bilhões de litros por ano).

Uma das características da cerveja artesanal é que ela contém mais cevada do que as cervejas industriais. "O malte, ou cevada, é um insumo caro, por isso as indústrias economizam o quanto podem", diz Gitlzler. De fato, isso pesa no bolso: o preço da cerveja artesanal é pelo menos o dobro da convencional. Mas o valor não encarece apenas por causa da maior utilização de cevada: a logística e a estrutura menor também contribuem para a elevação dos preços.

Outra diferença é que enquanto as indústrias trabalham com apenas um estilo de cerveja, a pilsen, as artesanais contam com mais de 80 estilos catalogadas. "É uma cerveja de mais sabor e qualidade", garante o executivo da AGM.

No Brasil, a maior parte das cervejarias é de micro ou pequeno porte e já existem cerca de 200 em todo o território nacional. Há desde as que vendem 200 litros por mês quanto aquelas que comercializam 2 mil litros. "Existe uma predominância no Sul do País, devido às raízes europeias, mas não dá para afirmar que isso configura uma concentração", pondera Gitlzler.

O público que consome esse tipo de cerveja é diferente do que ingere a bebida tradicional. "São consumidores com estabilidade financeira e que já viajaram para o exterior. Conhecem outros lugares em que a cerveja artesanal é consumida com mais frequência", afirma Gitlzler. A venda em supermercado ainda é incipiente, mas já começa a tomar corpo, segundo o executivo.

Há 12 anos no setor, a Amazon Beer, de Belém (PA), é uma cervejaria artesanal que vem crescendo a um patamar de 20% ao ano. Em 2011, a empresa faturou R$ 10 milhões. "Temos feito bons números, mas sabemos que a estabilidade está próxima", afirma o fundador, Arlindo Guimarães.

Além da fabricação de seis estilos de cervejas, a Amazon Beer também conta com um bar cervejeiro na capital do Pará - que vende cerca de 30 mil litros da bebida por mês.

"Acredito que com a cerveja artesanal tem acontecido o mesmo que com o vinho há alguns anos. O público consumidor vem crescendo ano após ano e se tornando mais exigente. Não é todo mundo que se identifica com os cantores populares das propagandas das cervejas industriais", comenta Guimarães.

A Bierbaum, localizada em Treze Tílias (SC) e aberta em 2004, foi a primeira microcervejaria do oeste catarinense.

Desafios do setor
Para começar, o investimento inicial em um cervejaria artesanal gira entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões. "Os equipamentos são caros", diz Gitlzler. Além disso, a tributação é alta. No País, tanto as pequenas cervejarias quanto as grandes industrias têm de pagar a mesma quantidade de impostos.

"Cerca de dois terços da produção vão para os impostos. Então, se o empreendedor produz 10 mil litros de cerveja por mês, 4 mil* são só para pagar a tributação financeira. Isso dificulta a expansão do setor", afirma o executivo.

A opinião é compartilhada pelo proprietário da Amazon Beer. Segundo Arlindo Guimarães, com a atual tributação dificilmente o Brasil vai chegar ao patamar de países vizinhos como o Chile, em que as cervejarias artesanais representam 9% do mercado cervejeiro.

"Falta competitividade para o mercado nacional de artesanais. São poucas as empresas que fabricam garrafas e o maquinário exigido, por exemplo", aponta Guimarães.

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Especial para o Terra


* Não seriam 6 mil litros o correspondente aproximado a 2/3 de 10 mil?