quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Clube do Lp e Frei Tuck abrem mais uma porta aos cervejeiros da AcervA!


A partir desse mês, o Clube do Lp convidará uma cerveja artesanal filiada à AcervA Mineira para brindarmos no Frei Tuck. Assim, toda última quinta-feira do mês, um cervejeiro diferente terá espaço livre para curtir e divulgar sua cerveja com os amigos ao som dos lps. 
Os primeiros convidados serão os cervejeiros Lela e Patrus. A Grimor nº3, uma amber lager, será harmonizada com o melhor do "Rock dos Anos 60". Clique no banner e agende-se!

As Cervejas Especiais no site da revista Veja



Brasileiro muda jeito de tomar cerveja

Consumidores estão se aventurando mais no mundo das cervejas especiais, que têm maior variedade e apelo gastronômico. Rótulos especiais já representam 5% do mercado nacional

Patrícia Spier

A rotina de quem é apreciador de uma boa cerveja mudou. Com mais opções disponíveis na prateleira do mercado e no cardápio do bar, o consumidor começou a se aventurar no universo das cervejas especiais. Ao contrário da loura gelada do fim de semana, as especiais apresentam qualidade sensorial, personalidade e apelo gastronômico. Na definiçao de Diego Cartier, pesquisador de cervejas, “este novo consumidor está aberto a novas experiências e prefere qualidade à quantidade.”

Os números de mercado confirmam a mudança no padrão de consumo dos bebedores. Em 2008, as cervejas especiais movimentaram 409 milhoes de reais. Em 2009, o valor foi sete vezes maior, chegou a quase três bilhões de reais. As especiais já representam 5% dos dez bilhões de litros vendidos por ano no país. “Há quinze anos, quando eu abri a empresa tínhamos três tipos de cerveja na nossa carta. Hoje, temos cerca de 80 rótulos”, conta Marcelo Stein, diretor da maior importadora de cerveja do país, a Bier & Wein.

A expansão do mercado estimulou as grandes empresas a investirem em novos produtos. A Heineken, por exemplo, trouxe este ano cinco novas marcas importadas. Entre elas, a holandesa Amstel Pulse e a italiana Birra Moretti. A Schincariol, por sua vez, investiu na aquisição de microcervejarias, como a Baden Baden, que já têm um público cativo entre os apreciadores de cervejas especiais.

A AmBev apostou na contratação de “sangue novo” para dar conta da demanda por novos tipos de cerveja. Todo ano a empresa oferece programas de trainee, mas em 2010 lançou o primeiro trainee focado na formação de mestres cervejeiros. “Sou bastante otimista com este novo novo mercado, pois o brasileiro está enxergando a cerveja por outro ângulo. Experimentar uma especial é um caminho sem volta", diz Bianca Franzine, ex-trainee e, hoje, mestre cervejeira da AmBev.

Ritual de degustação
Existem mais de 120 estilos oficiais de cerveja no mundo, divididos em três famílias (veja vídeo explicativo abaixo). Hoje, é possível encontrar quase todos à venda em bares, casas especializadas e até em grandes redes de supermercado. Para dar conta de tamanha variedade, é preciso mudar o jeito que se bebe cerveja. ”O primeiro passo é observar a cerveja, depois de servida. Em seguida, é preciso fazer movimentos circulares para que a bebida libere seus aromas, do mesmo modo jeito que se faz com o vinho”, quem ensina é Cilene Saorin, mestre cervejeira e beer sommelier formada na Alemanha e na Espanha.

Neste ritual de degustação, sabores e aromas devem ser apreciados e estudados. Cada tipo de cerveja tem uma combinação de maltes e lúpulos que combina com um determinado tipo de prato. As cervejas stout, como a inglesa Guinness, são perfeitas para acompanhar queijos fortes como gorgonzola e parmesão. “O papel da cerveja mudou. Ela deixou de ser apenas uma companhia, para se tornar uma experiêcia à mesa”, complementa Cilene. “Degustar uma cerveja se transformou numa brincadeira com os sentidos e com a sensibilidade."

Ao contrário do que pode parecer, o prazer das cervejas especiais não custa caro. É possível encontrar rótulos importados e nacionais numa faixa de preço que vai de 4 a 70 reais. Mas há certos prazeres etílicos que saem um "pouco" mais caros. A Westvleteren 12, considerada a melhor cerveja do mundo, é um deles. Produzida por monges trapistas, a Westvleteren só pode ser comprada na própria Abadia de St. Sixtus, na Bélgica.

Assista os vídeos no fim da reportagem no site da VEJA.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O Mundo Desconhecido do Áudio Analógico


É muito comum as pessoas ficarem com um ar de perplexidade quando alguém fala que importou um vinil... Ou que tem determinado cantor em vinil e não em CD... Ou que prefere escutar vinis a CD’s. A pergunta que vem é quase sempre a seguinte: Mas “isso” não deixou de fabricar? Pois é. Percebe-se como a mídia comercial é importante, senão determinante no que diz respeito ao acesso à informação sobre bens de consumo, ao que devemos crer ou não acerca desses bens e até sobre a noção de custo-benefício desses referidos bens.
Os vinis e toca-discos no Brasil tiveram sua morte decretada pelo advento do CD na década de 80 e consumada na década de 90 quando do surgimento do real. A mídia comercial pregou a total obsolência do LP e do toca discos diante da nova tecnologia. Não se falava mais em LP; quem desconhecesse as vantagens do CD diante do LP estava fora de moda. Fato consumado. Muitos se desfizeram, venderam ou doaram suas coleções de LP's (vinis, para os mais novos), na esperança de que os títulos saíssem em CD. Obvio: alguns saíram, outros não. Mas a tecnologia encantava, prometia, era um mundo novo, especialmente para quem tinha toca-discos baratos e não tinha afinidade com o universo hi-fi.
Nos países de primeiro mundo, como os Estados Unidos, Europa, Japão e Grécia, além de outros, como a Rússia, isso não aconteceu. Com classes sociais bem informadas, acostumadas a equipamentos sofisticados de áudio, incluídos aí os toca-discos, as tecnologias e práticas de prensagem de alta qualidade, inexistentes na época no Brasil (como LP’S de 160, 180 e 200 gramas, quando o normal por aqui eram LP’s de sulcos rasos - 125 gramas), essas sociedades não se vergaram à tecnologia novata do CD: Apenas a incluíram como mais uma opção. Apenas encamparam essa nova tecnologia. E em relação ao toca-discos, muito pelo contrário: até clubes de "tocadisquistas" se formaram, como o Audiophile Club of Athens, em Atenas (Hellas), na Grécia. Lá se cultiva o refino do refino em matéria de pureza musical em toca-discos.
As prensas brasileiras (de vinis) foram vendidas para o Chile, Argentina e Espanha. A Febre do CD se espalhava, assim como o desejo de consumo de possuir um toca CD. No exterior, as coisas iam a passos bem mais prudentes: Decobriu-se que o CD precisava se aperfeiçoar, que o som ainda não estava bom, (muito brilhante e com poucos graves) embora não se negasse a sua praticidade, principalmente no seu uso em carros. E continuou-se a usar os vinis e os toca-discos. E está assim até hoje: o CD foi um aliado, e não um invasor que expulsou um inimigo.
E é impressionante como no Brasil se acredita até hoje que vinil é peça de museu, assunto de saudosista ou de gente bizzarra... Diga-se o mesmo para toca-discos! A situação hoje nos países de ouvidos educados é a seguinte: O CD dividiu o mercado com o LP e com a fita cassette, cada um ocupando o seu lugar em vantagens técnicas, práticas e culturais. As bandas lá fora lançam seus álbuns, na sua maioria, em CD e LP e algumas dessas mesmas bandas, lançam também em fita cassette. No Brasil, quem fabrica LP's (prensagem) é a POLYSOMBRASIL, em Belford Roxo. Os toca-discos e tape decks, por sua vez, nunca deixaram de ser fabricados; muito pelo contrário: evoluíram e continuam evoluindo.
Por JOAQUIM MARTINS CUTRIM, NITERÓI, RIO DE JANEIRO, BRAZIL em outubro de 2006

Veja a matéria completa e imagens de pick-ups clicando no título dessa postagem!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Cultura Cervejeira na REDE MINAS


Clique sobre o título para acessar a postagem da AcervA Mineira sobre o pragrama da Rede Minas sobre as cervejas artesanais de Minas Gerais.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vinil adquire novos fermentadores!

A nanocervejaria Vinil adquiriu dois novos fermentadores de polipropileno, com capacidades de 100L e 75L cada. Desta maneira, conseguiremos otimizar e aumentar a produção mensal de cervejas. Outra grande vantagem é o menor risco de contaminação da breja durante o expurgo dos excessos de fermentos e lúpulos.